É do conhecimento geral, pelo menos dos servidores que há mais tempo trabalham na casa, que a Fundação foi criada para manter uma única instituição: A ESCOLA.
No país o investimento em educação é ínfimo e, este fato, é do conhecimento geral. Nossa escola não foge à regra. É só olhar para o prédio. A sensação que se tem é de abandono. No entanto, relevando esta questão, pois ela até o momento não foi requisito para a realização de um bom ensino, passemos a analisar outros aspectos os quais, realmente, não só impediriam um ensino de qualidade, como a existência da própria Fundação. Supõe-se, portanto, que os esforços e a prioridade de investimentos numa escola estejam relacionados a tudo e a todos que permitem que o ensino aconteça.
O que se percebe, no entanto, é a sobrepujança da Fundação em detrimento da Escola, como se ela pudesse persistir de forma independente. Há de se ponderar que todo o restante que existe na instituição só existe porque existem alunos e professores. Imaginar que a Mostratec ou qualquer outro evento sobreviveria sem a escola é pura ingenuidade. Investir na escola é garantir a continuidade da Fundação. Isso significa, entre várias outras questões, preocupar-se com o número decrescente de interessados em ingressar na Liberato ou em levar a sério que os Cursos Técnicos que estão sendo implantados na região podem representar ameaça.
Divulgar a ESCOLA com a mesma ênfase que se divulga a Mostratec já seria um bom começo.
Para alívio, o quadro de pessoal da Instituição é tão competente que, apesar da falta de entendimento do que seja prioritário, consegue manter a máquina em pleno funcionamento. Até quando? Não apostemos no “deixa estar pra ver como é que fica!”
Luiza Leane Vitório
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