sexta-feira, 23 de setembro de 2011

HORÁRIO DOS PROFESSORES DO NOTURNO

Começo esse Trocando Ideias de hoje com o objetivo de compartilhar contigo uma questão administrativa de nossa Escola: horário dos professores.
Já fui coordenadora de curso e vi, na gestão do Professor Pedro Flores, como é difícil arranjar o horário dos professores. É um quebra-cabeça adequar o horário de todos. Mas, enfim, na grande maioria dos casos, os docentes ficam satisfeitos com seus turnos de trabalho, entretanto quero ponderar um aspecto em especial: o horário dos colegas do Noturno. Penso que quem ministra aulas à noite não deve ter o último período da tarde, para que possa descansar e também se alimentar. Sair da sala de aula às 18h35min, ou quase próximo a isso, e retornar às 19h é uma verdadeira maratona. Pensem nisso!!!
Professora Marlise Cornelius

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A VOLTA DA RATOLÂNDIA

Começo esse Trocando Ideias de hoje retomando um assunto sobre o qual já falei. Hoje, 22 de setembro, nossa Cantina foi visitada por um RATO. E com ele virão outros. Podem ter certeza. Quem me conhece sabe que não morro de amores pelo serviço do Bar e aqueles que convivem mais de perto comigo sabem disso. Pois é, a Ratolândia está de volta! É natural que estejam afinal, como todos nós sabemos, os ratos vivem em colônias e, como tal, precisam alimentar a comunidade. Isso é óbvio. Nós também, se não tivéssemos de onde tirar nosso sustento, por certo, sairíamos atrás de alimento. Acontece que dividir o rango com os roedores não é uma boa ideia até porque quem vai sair perdendo nessa somos nós.  E não é preciso ser da área da saúde para saber que os pequeninos nos trazem inúmeros problemas dentre os quais destaco as doenças.

Se você quer ampliar seus conhecimentos acerca das doenças que o rato transmite, acesse o link http://www.tecnomad.com.br/pagina/artigos-doencas-causadas-pelos-ratos.

Precisamos repensar o serviço oferecido pelo Bar. Não é possível que, em uma instituição ligada à área da Educação, isso passe batido. Eu não gostaria de dividir minha comida com os Ratos! E você, gostaria? Pensem nisso!!!
Professora Marlise Cornelius

Gestão Democrática da Educação

Penso que qualquer proposta que busque melhorar as condições de ensino e de trabalho na Fundação Liberato deve basear-se nos princípios da Gestão Democrática da Educação. Decisões a tomar e propostas a construir devem ser feitas da maneira mais coletiva possível. Caso contrário, nos prendemos ao pensamento e à vontade de alguns poucos, que nem sempre buscam este caminho.
Sugiro ao Grupo100% investigar e pesquisar sobre o tema da Gestão Democrática da Educação.
Na internet encontram-se alguns textos interessantes sobre o tema.
Também acho que o Grupo 100% deve apoiar a proposta da eleição direta para Diretor de Ensino, que é um dos caminhos da democracia ser ampliada em nossa instituição.
Luiz Silveira

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

Começo esse Trocando Ideias de hoje me reportando ao Projeto Político Pedagógico de nossa Escola, elaborado em 2000, que, entre outras coisas, traz uma frase de Hinkelammert: “Quem não se atreve a conceber o impossível jamais poderá descobrir o que é possível.”

Falo isso porque o fato de querermos eleger um Diretor de Ensino para a próxima gestão está causando um frenesi entre quase todas as pessoas com as quais tenho conversado.

Eu sei que é difícil mudar, porque mexe com a gente, nos incomoda e nos tira, por vezes, o chão.  Mas é preciso ousar.  Neste sentido, faço das palavras de nossa Presidenta, Dilma Rousseff, as minhas, quando, em Nova York, abriu a 66ª sessão da Assembleia Geral da ONU, afirmando: “O autoritarismo, a xenofobia, a miséria, a pena capital, a discriminação, todos são algozes dos direitos humanos.

E a nossa Presidenta está certa. Querer cercear está ideia é, no mínimo, falta de maturidade para abrir uma discussão madura e responsável sobre o tema.

Termino esse Trocando Ideias de hoje como comecei. O Projeto Político Pedagógico ainda traz duas reflexões que quero partilhar contigo: “A sociedade que queremos é uma sociedade fraterna e igualitária, em que prevaleça a democracia, o respeito humano...” “Precisamos aprender a conviver com as diversidades humanas, estabelecendo no processo educativo a permanente atenção à heterogeneidade real existente e conferindo a nossos atos cotidianos essa mesma atenção, para que possamos nos relacionar sem impormos aos outros nossas ideias, visões de mundo ou opções.”

Não sejamos algozes dos direitos humanos como diz nossa Presidenta. Pensem nisso!!!

Professora Marlise Cornelius

terça-feira, 20 de setembro de 2011

ELEIÇÃO PARA DIRETOR DE ENSINO

Democracia é uma experiência recente na história de nosso país e da Fundação Liberato. Provavelmente só quem viveu sua ausência consegue avaliar devidamente seu valor.
Na Liberato a escolha do Diretor Executivo através do voto foi uma conquista, fruto do extenso trabalho e da contínua luta de muitos servidores, alguns dos quais não mais se encontram aqui.

No entanto, há que se ampliar a presença da democracia em nosso ambiente escolar. Neste sentido, este documento propõe a implantação de Eleição Direta para Diretor de Ensino, que hoje é indicado pelo Diretor Executivo.
O Diretor de Ensino é um cargo fundamental para o bom funcionamento das atividades da escola, fato este que, por si só, justifica que sua escolha deve se submeter ao voto de toda a comunidade. Não é mais admissível que fiquemos alijados da sua escolha.

Contrariamente a isto, argumenta-se que o Diretor de Ensino deve ser definido pelo Diretor Executivo para que se mantenha alinhado a este, garantindo seu bom desempenho. Ocorre que, nas últimas direções, esta escolha segue critérios de alianças entre os diversos grupos que constituem as forças políticas da instituição, com vistas à sustentação do candidato eleito. Se isto é legítimo, há que se perguntar se tem sido o mais adequado à qualidade de ensino na Fundação Liberato.
O Diretor de Ensino deve manter-se independente politicamente do Diretor Executivo, cabendo a ele zelar pela busca de um ensino de excelência. Deve ser um cargo de confiança da comunidade escolar, e não necessariamente do Diretor Executivo.

Aos que insistem na importância de um alinhamento político entre os dois cargos, pergunta-se se também acham que o mesmo também deveria existir entre o Presidente da República e o Governador, entre o Governador e o Prefeito, entre o Governador e o Diretor Executivo... Isto nem sempre tem ocorrido, o que não tem inviabilizado o exercício desses cargos, nem trazido, por esta razão, prejuízos à sociedade.
Há um bom tempo os Coordenadores de Curso têm sido escolhidos pelo voto, e nunca ninguém condenou tal fato em defesa de um alinhamento com a direção.

A nossa tarefa é a de aprofundarmos cada vez mais esse processo, radicalizando a democracia para que ela sobreviva aos ataques daqueles que querem a volta dos regimes autoritários.
É preciso não ter medo da Democracia. É preciso ousar para que nossas decisões sejam coletivas e não definidas apenas por alguns. É preciso não temer o novo, pelo simples fato de ser novo. É preciso arriscar sermos mais capazes e competentes naquilo que fazemos. É urgente que nossas escolhas busquem menos o interesse político de alguns e mais o compromisso de um ensino de qualidade para a sociedade a quem servimos.

Àqueles servidores que apóiam esta proposta, solicitamos assinarem o encaminhamento dirigido ao Centro de Professores e à Direção Executiva com vistas à implantação, já para a próxima gestão, da Eleição Direta para Diretor de Ensino, localizada junto ao relógio ponto próximo à Direção de Ensino.

Prof. Luiz Silveira                                                                                Prof. José Celmar

 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Este trocando ideias de hoje vem complementar as consideração do colega José Celmar, no que diz respeito a algumas consideraçoes que quero fazer aos que almejam chegar à Direção de nossa Escola.
Penso que é muito interessante podermos eleger nosso Diretor de Ensino, alguém que, de fato, se comprometa com as questões pedagógicas da escola, que tenha autonomia para tomar decisões importantes acerca do ensino como, por exemplo, promover, sistematicamente, cursos de atualização para os docentes, alguém que promova a troca de experiências didáticas pedagógicas entre os professores. No início de cada ano letivo, temos o nosso Seminário Pedagógico e, ultimamente, sempre temos um palestrante que vem falar sobre educação. Isso é ótimo e bem-vindo, mas podemos pensar em ouvir os colegas, não acham? Aquela experiência que você criou, implementou e que deu certo tem que ser socializada com todos. Isso também é fazer educação. Por que não investir nessa prática? Por que não valorizar os próprios docentes? A escola precisa ser pensada a partir de grandes Educadores que fizeram a história da humanidade sim, entretanto pode também ser pensada a partir da nossa realidade educacional. Temos muitos colegas com experiências incríveis e o que vejo é isso se perder nas salas de aula, nos corredores da escola. Vamos investir no que é nosso afinal somos nós que fazemos da Fundação Liberato o que ela é hoje. Pensem nisso!
Professora Marlise Cornelius

INQUIETAÇÕES

“Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão.”

Paulo Freire

                Começo este trocando ideias com a citação de Paulo Freire. E por que o faço? Para pensar e discutir com você algumas questões que me inquietam não só como ser humano, mas também, e principalmente, como Educadora. Precisamos pensar nossa Escola, sim a Fundação Liberato.

                Há muito tempo faço parte da Família Liberato, na verdade, há 18 anos e, chegando à maior idade, é imprescindível que se pautem alguns assuntos pertinentes à instituição.

                Trabalhar na Liberato é um privilégio, uma benção. Isso ninguém pode negar. Mas, às vezes, a tarefa é difícil, porque não dispomos de toda a infra-estrutura que gostaríamos de ter. Refiro-me aqui, em especial, ao Noturno. Pobre Noturno!!! Estamos às escuras!!! Precisamos já de laboratórios de informática para que possamos dar ao nosso aluno um suporte técnico mais adequado à sua formação. Em 18 anos de Casa pouco vi, ou nem vi, uma política pedagógica consistente que dê conta de todas as demandas que se fazem necessárias aos cursos do Noturno. Precisamos de equipamentos de audiovisual que não sejam obsoletos e que possam dar conta da demanda da prática pedagógica. Falo isso porque, depois de tanto brigar, resolvi comprar os meus equipamentos: um laptop e um datashow, para diversificar as minhas aulas. Resolvi o meu problema, mas e os outros colegas? Precisamos ter à noite um restaurante que sirva uma alimentação nova e fresquinha. E sabem por quê? Porque nós merecemos ser bem servidos, afinal de contas nós temos este direito e não fui eu quem disse isso. O tema alimentação adequada e saudável é um direito humano que está previsto no Tratado Internacional para a promoção do Direito Humano à Alimentação, assinado por 151 países, inclusive pelo Brasil. Como diz a garotada, vamú combinar, o buffet do bar à noite é de péssima qualidade: a comida é fria e requentada.

                Vamos deixar às claras o Noturno, que tal?

                O que tenho visto ultimamente é a Fundação se sobrepondo às necessidades da Escola. Mas a Fundação só existe porque existe uma Escola, não é isso? Ou estou enganada? Precisamos implementar a Escola e, por consequência, a Fundação também o será. E, como diz Paulo Freire, “não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão.” Pensem nisso!

Professora Marlise Cornelius


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

PROPOSTA PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES NA FUNDAÇÃO LIBERATO


O Diretor de Ensino deveria ser escolhido junto com a Direção Executiva. É um cargo fundamental para o bom funcionamento das atividades relacionadas ao ensino (principalmente a questão da sala de aula, horários, laboratórios, serviços de apoio, ...).

Eu penso que para esses cargos: Diretor Executivo e Diretoria de Ensino teriam que abrir inscrições para quem quiser se candidatar e submeter-se ao voto da comunidade escolar: 50% professores e funcionários, 50% alunos e pais. Evidentemente o mais votado em cada cargo comporia a próxima direção e assim escolheriam os demais cargos ou proporiam a eleição para o preenchimento desses cargos.

Não é mais admissível que os professores fiquem alijados da escolha do próximo Diretor de Ensino.

A democracia foi uma conquista que nos custou muito caro. Foram muitas lutas, com muito suor e sangue para chegarmos ao estágio que estamos. Não podemos banalizar essa conquista com conchavos, com distribuição de cargos, com eleições na boa, sem o contraditório, sem oposição. A nossa tarefa é de aprofundarmos cada vez mais esse processo, radicalizando a democracia para que ela sobreviva aos ataques daqueles que querem a volta dos regimes autoritários. Por isso que defendo a eleição direta também para Diretor de Ensino. Mesmo que tenhamos diretores de grupos diferentes aqui na escola. Para resolver esse problema temos que criar um processo de avaliação contínua dos diretores. O que não estiver funcionado, o que estiver fora de rumo, tem que ser trocado pela comunidade que o elegeu.

 
JOSÉ CELMAR ROIR DA SILVA

                                                                                    Novo Hamburgo, 14 de setembro de 2011.

 
PERGUNTAS PARA OS CANDIDATOS

1)      Qual a proposta para a melhoria do ensino da matemática na escola? Visto que a nossa carga horária é 4-3-3 e a maioria das escolas é 4-4-4. É possível aumentar o número de contra turnos, já que a grande parte dos alunos procura reforço fora de seus turnos normais de aula? É possível fazer grupos de estudos preparatórios para a OBMEP, orientados por professores ou convidando alunos premiados para fazer monitoria.

2)      Qual a proposta para melhoria das salas de aula? Aumentar o tamanho do quadro, melhorar as classes e cadeiras, reformar as janelas, pintura, tomadas, ventiladores, ...

3)      Qual a proposta para melhorar a divulgação dos nossos cursos nas demais escolas? Já que a propaganda da escola na mídia é praticamente inexistente.

4)      Qual a proposta para melhorar os cursos noturnos? Já que uma ONG divulgou recentemente uma pesquisa comprovando que 90% dos alunos que saem do ensino médio não sabem o mínimo esperado em matemática e a maioria dos cursos do noturno não tem matemática.


                                                                   JOSÉ CELMAR ROIR DA SILVA



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A RELEVÂNCIA DA ESCOLA PARA A SOBREVIVÊNCIA DA FUNDAÇÃO

            É do conhecimento geral, pelo menos dos servidores que há mais tempo trabalham na casa, que a Fundação foi criada para manter uma única instituição: A ESCOLA.
            No país o investimento em educação é ínfimo e, este fato, é do conhecimento geral. Nossa escola não foge à regra. É só olhar para o prédio. A sensação que se tem é de abandono. No entanto, relevando esta questão, pois ela até o momento não foi requisito para a realização de um bom ensino, passemos a analisar outros aspectos os quais, realmente, não só impediriam um ensino de qualidade, como a existência da própria Fundação. Supõe-se, portanto, que os esforços e a prioridade de investimentos numa escola estejam relacionados a tudo e a todos que permitem que o ensino aconteça.
           O que se percebe, no entanto, é a sobrepujança da Fundação em detrimento da Escola, como se ela pudesse persistir de forma independente. Há de se ponderar que todo o restante que existe na instituição só existe porque existem alunos e professores. Imaginar que a Mostratec ou qualquer outro evento sobreviveria sem a escola é pura ingenuidade. Investir na escola é garantir a continuidade da Fundação. Isso significa, entre várias outras questões, preocupar-se com o número decrescente de interessados em ingressar na Liberato ou em levar a sério que os Cursos Técnicos que estão sendo implantados na região podem representar ameaça.
          Divulgar a ESCOLA com a mesma ênfase que se divulga a Mostratec já seria um bom começo.
          Para alívio, o quadro de pessoal da Instituição é tão competente que, apesar da falta de entendimento do que seja prioritário, consegue manter a máquina em pleno funcionamento.   Até quando?   Não apostemos no “deixa estar pra ver como é que fica!”
                                                           
                                                                               Luiza Leane Vitório

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Para Pensar

            O que está acontecendo com nossa Escola? Desmotivação, ingerência? Talvez um, talvez os dois, ou talvez nenhum. Mas quem deverá responder isto? Os que aqui trabalham, obviamente. A grande questão é: por que não o fazem? Pressão por falar a verdade, atingindo alguém? Acomodação? “Se eu não falar de ninguém, também não falarão de mim. Assim, continuo quieto em meu canto, fazendo muito ou pouco, mas sem grandes preocupações”.
            Mas quem falou que precisa ser assim? Não podemos buscar soluções entre nós e chegarmos a um consenso geral? Vejo muitas soluções resolvidas em um curso, por exemplo, que poderiam servir perfeitamente para outro. Por que em alguns cursos há poucas reprovações e em outros muitas? Ah, cada curso tem as suas peculiaridades. Sim, mas será que as situações mais abrangentes não poderiam ser resolvidas com soluções comuns?
            Bom, fiz muitas perguntas. Tentei dar algumas respostas, mas gostaria que mais colegas opinassem.
            Abraço a todos.
            Victor Espanhol – prof. do Curso de  Mecânica

terça-feira, 6 de setembro de 2011

100% LIBERATO – QUEM SOMOS !

Somos um grupo integrado por diversos servidores, independentemente de cargo na instituição, raça, credo, partido político... Nosso único objetivo é zelar pelo cumprimento da missão, pela preservação dos princípios e pelo aperfeiçoamento da qualidade do ensino da Liberato. Fomos nos agrupando por afinidade de pensamentos e de propósitos e acreditamos,  assim como outros grupos que também existiam, que poderíamos colocar em prática, através de uma gestão co-participativa, as ideias de desenvolvimento e de expansão que vínhamos discutindo. Dentre os colegas que compartilham de nossos ideais, encontram-se pessoas preocupadas com a continuidade e o fortalecimento da Escola. Reforçamos nossa crença de que uma gestão compartilhada é requisito vital para o desenvolvimento saudável e harmonioso de nossa comunidade escolar. As disputas eleitorais, que já vivenciamos, não resultaram em benefícios para ninguém. Um processo eleitoral deve promover o fortalecimento de todos na concretização de um ensino focado na formação integral do aluno. Porém, também cremos que a renovação é salutar, é prenúncio de inovação, é visão diferenciada. Pensamos ser este o momento propício para estimular a TROCA DE IDEIAS, para agregar e compartilhar informações, para esclarecer e para divulgar, democraticamente, o que a casa tem a dizer. O Grupo 100% Liberato está aberto e quer, através de seu Blog e de suas reuniões, oportunizar o debate e oferecer aos futuros gestores, subsídios e sugestões de melhorias.
                                                                                       Luiza Leane Vitório